terça-feira, 15 de novembro de 2011

Parabéns colaboradores

Agradecemos aos nossos colaboradores terceirizados por todo o empenho em suas atividades.
Quem ver a biblioteca do CES, nem imagina o trabalho e esforço que fazermos para deixar tudo em ordem para você usuário/cliente.


Produtividade no trabalho

Frente a dinâmica e excelente execução dos serviços prestados, realizados, executados e desenvolvidos por nossa equipe, venho de público, parabeniza-los e dizer que é muito bom ter uma equipe competente e capaz como a da biblioteca do CES.

Abaixo, texto para contribuir para sua constante qualificação.


PRODUTIVIDADE DO TRABALHO

A produtividade é a relação entre o resultado útil de um processo produtivo e a utilização dos fatores de produção, ou seja, a quantidade de produto por unidade de fator produtivo, geralmente o fator trabalho. Pode-se determinar a produtividade à escala de um espaço determinado, de um ramo de atividade, de uma unidade de produção, produtor direto, oficina ou empresa, de um só trabalhador ou de um conjunto de trabalhadores.

Com a mudança das forças produtivas, modifica-se a produtividade. Os níveis de crescimento da produtividade dependem de muitos fatores: 
umas terras são naturalmente mais férteis que outras; 

alguns trabalhadores são mais fortes, mais habilidosos ou possuem mais conhecimentos que outros; 

a tecnologia pode ter uma aplicação prática mais ou menos eficiente; 

o uso de inovações pode constituir uma boa contribuição; 

a organização das unidades de produção; 

o aumento da fertilidade do solo com uma preparação adequada, etc. 

A criação de novos utensílios e outros meios de maior rendimento, ou seja o progresso técnico, aumenta a produtividade. Por exemplo, a produtividade aumentou com o começo da produção de instrumentos de trabalho em ferro, quando o homem conseguiu aproveitar a energia hidráulica ou adquiriu a aptidão necessária para usar a máquina.

O homem colocado face ao esforço físico e mental que lhe é exigido pela atividade laboral, procura minorar o seu esforço para obter um dado resultado, isto é, procura elevar a produtividade dentro dos limites que lhe são impostos pelas condições sociais em que labora. A eficácia do trabalho constituiu uma necessidade objectiva do desenvolvimento econômico da sociedade. O nível da produtividade do trabalho é um índice importantíssimo do carácter progressivo do modo de produção dum dado regime social. O acréscimo da produtividade permite obter uma fracção crescente de bens que se exprime não apenas num sentido absoluto, mas também em relação ao número de indivíduos empenhados na produção.

O tempo, ao tornar-se unidade de medida do trabalho, adquiriu uma grande relevância, transformando-se num fator essencial da produção: para o camponês o tempo, embora ligado ao círculo da natureza, dependia também dos métodos de cultivo e de colheita; para o artesão a determinação do tempo era necessária ao bom funcionamento da sua oficina; para o mercador, o tempo representava a capacidade de acelerar a movimentação do dinheiro. O aparecimento dos relógios mecânicos foi o resultado normal e fonte de progresso no domínio da determinação do tempo. Em períodos longos é visível a elevação geral da produtividade do trabalho, isto é a diminuição do tempo absorvido na produção da maior parte dos bens e serviços, o que traduz a tendência para uma redução do valor das mercadorias. O aumento da produtividade do trabalho na agricultura e no artesanato teve como consequência o crescimento do sobreproduto.

A produtividade do trabalho depende também do aperfeiçoamento e ajustamento das ferramentas. Quando as diversas operações dum processo de trabalho estão desligadas umas das outras torna-se necessária a transformação das ferramentas para adquirem formas fixas particulares para cada aplicação. São criadas as condições materiais para o aparecimento das primeiras máquinas, que representam a junção de ferramentas.

O grau de produtividade da máquina não depende da diferença entre o seu valor próprio e o valor da ferramenta por ela substituída, mas sim pela diferença entre o valor que ela acrescenta ao produto e o valor que o trabalhador acrescentaria ao objecto de trabalho com a sua ferramenta. A produtividade da máquina mede-se, portanto, pelo grau em que ela substitui força de trabalho humana.

O progresso da tecnologia e, ao mesmo tempo, o avanço da produtividade tornou o trabalho servil e o trabalho escravo cada vez menos rendível e portanto antieconómico para as classes dominantes. O acréscimo da produtividade conduziu a um processo tendencial de adaptação dos laços de dependência no domínio da actividade produtiva. Verificou-se um movimento que conduziria ao aligeirar das relações de subordinação da servidão e da escravidão e à sua passagem a uma situação mais atenuada e, posteriormente, a uma situação de aparente liberdade individual.

Com a produtividade o custo social da produção diminui. Há portanto um ganho para a sociedade no seu conjunto. A repartição destes ganhos beneficia essencialmente as classes exploradoras. Pode, porém, trazer algum benefício aos consumidores através duma redução de preços ou, indiretamente, aos próprios trabalhadores através das condições de remuneração ou diminuição do tempo de trabalho.

O índice de produtividade exprime-se pela quantidade de tempo gasto na criação duma unidade de produto, ou pela quantidade de produtos criados numa unidade de tempo, geralmente baseada no factor trabalho. Para medir a propriedade combinada de todos os factores são necessários termos de valor. Elevar a produtividade significa reduzir o tempo socialmente necessário para produzir uma unidade de mercadoria e consequentemente rebaixar o seu valor. Os progressos da produtividade do trabalho viram-se então contra o trabalhador, o que tende e reduzir o seu interesse pelos melhoramentos técnicos e organizativos.

O sistema de produção abrange fenómenos que resultam dos limites impostos pela produtividade, em especial pela produtividade agrícola, em face duma tendência de diversificação das relações sociais que nem sempre pode vencer esses limites. Além do crescimento das necessidades da aristocracia e das camadas mais ricas da burguesia, há que considerar a ampliação de grupos populacionais, separados da produção agrícola, dedicados a outros mesteres, como o artesanato, os transportes, o comércio ou os serviços. Na atividade mercantil, o acréscimo da produtividade do trabalho permite obter uma fracção crescente de bens não só em sentido absoluto como também no seu crescimento relativo ao número de indivíduos empenhados na produção. O desenvolvimento da produtividade do trabalho social representa então uma poderosa alavanca da acumulação de capital.


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Redes sociais X produtividade no trabalho

Não dá mais para negar. As chamadas redes sociais, Orkut, Facebook, Twitter, Linked In, entre outras provaram ser mais do que um modismo e vieram para ficar. O uso cresce a cada dia. No mundo, mais de 350 milhões de pessoas acessam as redes sociais. Apenas o Twitter, em maio, teve 32 milhões de usuários.

O crescimento da utilização vem acompanhado de histórias representativas, como furos de reportagem obtidos na rede, discussões públicas acaloradas, prestação de serviços e novidades diárias.

Tal processo, no entanto, vem acompanhado de casos menos animadores. Pipocam também histórias de difamação, discriminação, vazamento de informações sigilosas e fraudes. E claro, muito disso ocorreu, ou teve origem, no ambiente corporativo, gerando prejuízos, conflitos e até demissões e processos judiciais, expondo a marca das empresas.

A mudança foi muito rápida e, mais uma vez, empresas e departamentos de RH foram pegos de sobressalto. Como evitar problemas envolvendo as redes sociais? Deve-se simplesmente proibir o uso dessas ferramentas? Essas são perguntas cada vez mais comuns na mente dos gestores, mas a urgência do assunto não deve suprimir o devido estudo.

De acordo com uma pesquisa da consultoria Robert Half Technology, o acesso a redes sociais é bloqueado em 54% das empresas dos Estados Unidos. A pesquisa também aponta que 19% das empresas aceitam o uso de redes sociais para negócios, enquanto 16% admitem uso pessoal das ferramentas.

'Acessar redes sociais pode tirar a atenção dos empregados de outras prioridades, então é compreensível que algumas companhias limitem o uso', diz o diretor executivo da Robert Half Technology, Dave Wilmer. 'Para algumas profissões, porém, esses sites podem ser usados como ferramentas efetivas de negócios, e esse pode ser o motivo para que uma em cada cinco empresas permita seu uso para propósitos relacionados ao trabalho.'

As redes sociais são importantes sim, mas estar on-line o tempo todo não é sinônimo de qualidade e interatividade, pois essa imprudência pode custar caro, como já relevamos em outra postagem do Diário A3 (confira aqui).

Por isso, preparamos algumas dicas para que você mantenha-se ativo nas redes sociais sem prejudicar sua função. Elas também valem para aqueles que trabalham diretamente com os perfis das empresas, como é o caso de analistas de redes sociais, comumente chamados de social media.

❋ A regra mais importante: conheça a fundo a política sobre o uso das redes sociais da sua empresa. Mesmo que seja liberado, nada de cometer excessos.

❋ Estabeleça horários para acessar suas redes pessoais. Um bom momento para se atualizar é no intervalo do almoço ou antes de iniciar as tarefas no trabalho.

❋ De repente, chega à caixa de entrada do seu e-mail uma notificação de comentário numa postagem feita no Facebook. A curiosidade não vai deixar que você espere o fim do expediente para conferir a novidade e, com isso, as chances de perder o foco são imensas. Por isso, cancele imediatamente e-mails de notificação de todas os seus perfis.

❋ Você não precisa estar o tempo todo em todas as redes sociais. Mantenha o foco apenas nas que são interessantes para o seu perfil profissional ou pessoal.

❋ Se você escolheu tratar de sua vida profissional nas redes sociais, postar mensagens de cunho pessoal pode destoar dessa linha. O ideal seria estabelecer uma rede para tratar de assuntos da vida pessoal e outra para a profissional. Seus seguidores também querem encontrar assuntos interessantes no seu perfil.

❋ Não seja também rotulado de chato por postar mensagens a todo o momento. Geralmente, isso pode causar o famoso “unfollow”, que não é nada agradável.

❋ Para ser ativo nas redes sociais, você não precisa responder imediatamente a um questionamento ou comentário.

❋ E finalmente, não deixe de realizar atividades importantes para a sua carreira e bem-estar para se manter conectado às redes sociais. Lembre-se que existe uma vida real além do mundo virtual.

Fonte: diversas.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Biblioteca sem leitores?

Felizmente esta não é uma realidade da Biblioteca do CES.
Lutemos para mudar esta realidade então!

http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/as-bibliotecas-sem-leitores


terça-feira, 11 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Biblioteca entrega doações

A Biblioteca do CES repassou os donativos para a festa do dia das crianças da Creche Dr. Diomedes Lucas de Carvalho.
Foram arrecadados pirulitos, bombons, chocolates, refrigerantes e guloseimas das mais variadas.

Agradecemos a confiança e apoio que nossos amigos e usuários da biblioteca do CES tem no nosso trabalho de voluntariado e assistência as pessoas carentes de nosso município.



































quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Curso de xadrez na Biblioteca

Entre os dias 03 a 06 de outubro foi ministrado um curso de xadrez nas dependências da Biblioteca do CES. O mesmo contou com a participação de um número expressivo de discentes do campus de Cuité e de outros como Sumé.
A Biblioteca cumpre assim seu papel de agente não somente de cultua mas de informação também.